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	<title>* a fouce</title>
	<link>http://grupodeestudosafouce.blogaliza.org</link>
	<description>grupo de estudos</description>
	<pubDate>Tue, 22 May 2007 16:23:30 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>apresentaçom</title>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2007 15:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>grupo de estudos a fouce</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Apresentaçom]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;
Um grupo de moças e moços da comarca, militantes de distintos movimentos sociais galegos, vimos de constituir o grupo de estudos ‘* a fouce’. A nossa intençom é realizar encontros periódicos de formaçom e debate a partir da leitura de textos clássicos e modernos. Nacionalismo, língua, teoria crítica, crítica do valor, comunismo, anarquismo, autonomia, movimentos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="storycontent">&nbsp;</p>
<p align="justify">Um grupo de moças e moços da comarca, militantes de distintos movimentos sociais galegos, vimos de constituir o grupo de estudos ‘<strong>* a fouce</strong>’. A nossa intençom é realizar encontros periódicos de formaçom e debate a partir da leitura de textos clássicos e modernos. Nacionalismo, língua, teoria crítica, crítica do valor, comunismo, anarquismo, autonomia, movimentos, vam ser os temas centrais, para o que tencionamos disponibilizar sempre materiais no nosso idioma.</p>
<p align="justify">O grupo de estudos tem umha finalidade eminentemente prática e pretende ser mais um recurso de utilidade para @s activistas e os movimentos que trabalham na comarca.</p>
<p align="justify">Os encontros de formaçom celebram-se regularmente nas sextas-feiras às 22:00h no Centro Social ‘A Fouce’, situado na Praça de Chaviám de Bertamiráns, no Val da Amaia.<br />
_______________</p>
<p align="justify">Iremos colgando os textos regularmente na nossa secçom de <a href="http://grupodeestudosafouce.blogaliza.org/category/textos/">textos</a>. Também podes conseguir mais textos para o debate encomendando-os ao correio <a href="mailto:grupodeestudosafouce@gmail.com" target="_blank">grupodeestudosafouce@gmail.com</a>.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p class="storycontent">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Debate sobre a &#8220;teoria crítica do valor&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2007 15:37:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>grupo de estudos a fouce</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Textos]]></category>

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		<description><![CDATA[O próximo encontro do grupo de estudos, a celebrar-se na vindoura Sexta feira 9 de março, há centrar-se na análise da denominada &#8220;teoria crítica do valor&#8221;, da que já tratavamos num texto publicado neste blogue. Junto a essa introduiçom, achamos significativos três textos dos próprios elaboradores deste pensamento, de jeito que ficam como documentos para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O próximo encontro do grupo de estudos, a celebrar-se na vindoura <strong>Sexta feira 9 de março</strong>, há centrar-se na análise da denominada &#8220;teoria crítica do valor&#8221;, da que já tratavamos num texto publicado neste blogue. Junto a essa introduiçom, achamos significativos três textos dos próprios elaboradores deste pensamento, de jeito que ficam como documentos para a sessom:</p>
<p>- <a href="http://grupodeestudosafouce.blogaliza.org/2007/01/30/9/" title="ir ao texto"><em>Apontamentos sobre a &#8220;teoria crítica do valor&#8221;</em></a></p>
<p>- <em><a href="http://antivalor.vilabol.uol.com.br/textos/krisis/jappe/tx_jappe_005.htm" title="ir ao texto">Democracia, que arapuca!</a>, </em>de Anselm Jappe</p>
<p>- <a href="http://antivalor.vilabol.uol.com.br/textos/krisis/rkurz/tx_rkurz_007.htm" title="ir ao texto"><em>A falta de autonomia  do Estado e os limites da política: quatro teses sobre a crise da regulação política</em></a>, e <a href="http://obeco.planetaclix.pt/rkurz106.htm" title="ir ao texto"><em>Antieconomia e antipolítica. Sobre a reformulação da emancipação social após o fim do &#8220;marxismo&#8221;</em></a>; ambos dous de Robert Kurz</p>
<p>A sessom encomeça <strong>às 22:00</strong>, e terá lugar no no <strong>Centro Social ‘A Fouce’</strong>, situado na Praça de Chaviám de Bertamiráns, no Val da Amaia.</p>
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		<title>Assembleias ou Plataformas?</title>
		<link>http://grupodeestudosafouce.blogaliza.org/2007/01/31/assembleias-ou-plataformas/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Jan 2007 18:29:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>grupo de estudos a fouce</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Textos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;

(Achegamos mais um texto, especialmente interessante para o debate que estamos a manter sobre a questom organizativa. Da autoria de militante libertário catalám Miquel Amorós)

Dous tipos de luta aparecem face à devastação do ambiente social e a degradação das comunidades.
 Um aposta por reconstituir a comunidade à margem da ordem social dominante enfrentando-se a ela; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center">&nbsp;</p>
<blockquote>
<p align="justify">(Achegamos mais um texto, especialmente interessante para o debate que estamos a manter sobre a questom organizativa. Da autoria de militante libertário catalám Miquel Amorós)</p>
</blockquote>
<p align="justify">Dous tipos de luta aparecem face à devastação do ambiente social e a degradação das comunidades.</p>
<p align="justify"> Um aposta por reconstituir a comunidade à margem da ordem social dominante enfrentando-se a ela; o outro tenta actuar dentro servindo-se das instituições, à procura de objectivos limitados mediante a negociação. Estamos perante a velha alternativa entre Reforma e Revolução. Os partidários das reformas e do diálogo com a ordem estabelecida opinam que não se devem opor as melhoras quotidianas obtidas nos gabinetes às metas finais perseguidas na rua; ao fim e ao cabo a meta, seja qual for, não importa nada; o logro constante de reformas é tudo. Os partidários da liquidação social pensam o contrário: que o fim é tudo, que as reformas não são possíveis nas condições actuais de desenvolvimento capitalista e que não se podem conseguir objectivos por mínimos que sejam a não ser após duras lutas e amplas mobilizações. Também, ao fim e ao cabo, entre as lutas por deter os efeitos catastróficos do desenvolvimentismo e a reconstrução de uma sociedade livre onde o ser humano seja a medida de todas as cousas, existe um laço indissolúvel: as lutas são o meio, a humanização da sociedade é o fim.</p>
<p align="justify"> A controvérsia entre os métodos institucionais e a acção directa de massas não é, portanto, uma simples questão de táctica, porque está em jogo a própria existência dos movimentos de luta contra a contaminação e a degradação como movimentos reais de transformação social. São métodos que não se podem combinar: ora escolhemos a via da pressão institucional e aceitamos as regras do jogo político, ora não aceitamos e escolhemos a via da alteração da ordem. A forma em que a ordem se altera depende do momento; na assembleia o novo grão rompe a casca, quer dizer, o movimento de lutas encontra a sua própria rota e a adequada expressão. Pelo sistema de assembleias -o único verdadeiramente democrático- o movimento de lutas pode converter-se num poder municipal paralelo e disso é precisamente do que se trata; pelo sistema de plataformas cívicas, o movimento não passará de ser um complemento secundário da política, a pano de fundo das discussões sobre o nível tolerável da destruição.</p>
<p align="justify"> <a href="http://grupodeestudosafouce.blogaliza.org/2007/01/31/assembleias-ou-plataformas/#more-5" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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		<title>Apontamentos sobre a teoria crítica do valor</title>
		<link>http://grupodeestudosafouce.blogaliza.org/2007/01/30/9/</link>
		<comments>http://grupodeestudosafouce.blogaliza.org/2007/01/30/9/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2007 17:19:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>grupo de estudos a fouce</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Textos]]></category>

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		<description><![CDATA[(Presentamos a seguir o primeiro texto do nosso grupo de estudos)
&#160;
APONTAMENTOS SOBRE A TEORIA CRÍTICA DO VALOR
&#160;
	Tentaremos fazer umha breve síntese da conhecida como ‘teoria crítica do valor’; umhas pequenas pinceladas que nos ajudem a aproximar-nos ao núcleo central de um pensamento que tem a sua origem no grupo alemão Krisis, e que desenvolve novas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">(Presentamos a seguir o primeiro texto do nosso grupo de estudos)</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify"><strong>APONTAMENTOS SOBRE A TEORIA CRÍTICA DO VALOR</strong></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">	Tentaremos fazer umha breve síntese da conhecida como ‘teoria crítica do valor’; umhas pequenas pinceladas que nos ajudem a aproximar-nos ao núcleo central de um pensamento que tem a sua origem no grupo alemão <em>Krisis</em>, e que desenvolve novas teses para a esquerda desde os inícios da década de 90. Ainda que a produçom deste colectivo está tremendamente condicionada por Robert Kurz, existem outros teóricos de relevo como Anselm Jappe. Faremos por analisar colectivamente esta corrente, e assinalar no possível as diferenças internas que eles mesmo exteriorizam.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">Surgido no interior mesmo dos debates marxistas, o grupo aginha supera as suas chaves fundacionais para, polas suas próprias palavras, ‘radicalizar a crítica’. Estamos ante umha corrente que felizmente nom se deixa categorizar em nenhuma das qualificações ao uso no seio da esquerda, combatendo quase por igual todas as velhas tendências (do leninismo ao anarquismo) e apontando à necessidade de umha nova teoria social de sólidos fundamentos superadora de todas as modas de conjuntura (negrismo, cidadanismo, comunitarismo). Se tivermos que procurar umha certa génese intelectual (que eles nem sempre confessam) remontariamo-nos a Guy Debord e os situacionistas, mas mesmo eles som alvo das críticas de <em>Krisis</em>. Por palavras de um dos seus membros, esta é atitude fundacional parte de que</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify"><em>A crítica teórica era umha espécie de contemplaçom do passado, umha análise interminável do pensamento de outros marxistas. (&#8230;) </em>Krisis<em> dispunha-se a retomar questões centrais, mas sem se preocupar muito com a tradiçom de pensamento. Tratava-se de recomeçar a pensar os assuntos mais fundamentais, rompendo com os temas da esquerda tradicional e da esquerda radical.</em></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify"> <a href="http://grupodeestudosafouce.blogaliza.org/2007/01/30/9/#more-9" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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